O baluarte da comunicação de Guajará-Mirim, Renê Soto Acuna, faleceu na madrugada desta quarta-feira, 12 de março de 2025, em Porto Velho (RO). Nascido em 16 de julho de 1939, Renê construiu uma trajetória marcante no jornalismo da região, sendo lembrado por sua integridade, honestidade e dedicação.
No início da década de 80, o jornal O Imparcial onde o senhor Renê trabalhava foi vendido, quando comecei minha experiência no jornalismo impresso, e na rádio Educadora. Escrevíamos as matérias na lendária máquina Lynotipo.
Ele faz parte do seleto grupo de homens imprescindíveis, citados pelo dramaturgo e poeta alemão, Bertold Brecht, sobre pessoas de valor: “Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons, mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis”.
Legado
Durante anos, Renê foi gráfico e, com o encerramento das atividades do Jornal Imparcial em Guajará-Mirim, decidiu dar continuidade ao trabalho jornalístico criando o Jornal O Mamoré.
A primeira edição foi publicada em 28 de fevereiro de 1988, marcando o início de uma nova era na comunicação do município conhecido como Pérola do Mamoré.
Ao longo das décadas, Renê Soto Acuna não apenas contribuiu para a história de Guajará-Mirim, mas também conquistou o respeito e a admiração da população com seu trabalho ético e comprometido com a verdade.
Sua família, composta por filhas, netos e genros, sente orgulho do herói que parte deixando um legado inestimável para seus entes queridos e para a história guajaramirense.
Renê Soto Acuna será eternamente lembrado por sua contribuição ao jornalismo local e pelo impacto positivo que deixou na comunidade.
Foto: Divulgação/O Mamoré
Cristóvão Nonato com informações de fonte: O MAMORÉ



